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Excerto #1

Quarta-feira, 21.11.12

Mostro-vos hoje um bocadinho do que vão poder ler neste número da Lusitânia.

 

O uivar dos cães não alertou ninguém naquela noite – hábito dentro das aldeias, o aviso não chegou à compreensão de qualquer ouvido. O meteorito entrou pela atmosfera, desintegrando-se e espalhando-se sobre os socalcos, permitindo aos microrganismos que se unissem às bagas das uvas prontas a vindimar. Não conheciam aquele planeta, mas parasitas como eram, tal não os influenciaria. Aprenderiam e alargar-se-iam, obedecendo ao instinto que lhes ordenava a sobrevivência.

O interior pegajoso da uva servia para os seus propósitos. Satisfeitos, os parasitas acomodaram-se – e esperaram.

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por Pantapuff às 21:56


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